Por solicitação inical da APEESP e de professores da USP, a Comissão de Educação da Assembleia Legistativa de São Paulo marcou um debate público sobre os decretos do governo estadual que estabelecem o inglês como única língua obrigatória e terceirizam com um alcance bastante impreciso o ensino de línguas estrangeiras nas escolas.
A recusa absoluta da Secretaria de Educação do estado em receber à APEESP e em atender diversas solicitações de vários docentes universitários nos levou a procurar um caminho em outros espaços do poder público, que finalmente conseguimos abrir.
O debate será dia 10 de março, às 14h30m, e estarão presentes, além da APEESP, associações de professores das outras línguas estrangeiras, ameaçadas de terceirização ou ainda de desaparição dos CELs. Estão convidados também os sindicatos docentes, os estudantes universitários de Letras que se preparam para a profissão, e todo professor que quiser vir. Será aberto a imprensa.
Finalmente, o oficialismo terá que sair do silêncio e da indiferença.
Ainda teremos uma reunião com assessores da ALESP depois do Carnaval para pautar detalhes, mas o debate já está aí.
Colegas de São Paulo, estão todos convidados.
Por solicitação inical da APEESP e de professores da USP, a Comissão de Educação da Assembleia Legistativa de São Paulo marcou um debate público sobre os decretos do governo estadual que estabelecem o inglês como única língua obrigatória e terceirizam com um alcance bastante impreciso o ensino de línguas estrangeiras nas escolas.
A recusa absoluta da Secretaria de Educação do estado em receber a APEESP e em atender diversas solicitações de vários docentes universitários nos levou a procurar um caminho em outros espaços do poder público, que finalmente conseguimos abrir.
O debate será dia 10 de março, às 14h30, e estarão presentes, além da APEESP, associações de professores das outras línguas estrangeiras, ameaçadas de terceirização ou ainda de desaparição dos CELs. Estão convidados também os sindicatos docentes, os estudantes universitários de Letras que se preparam para a profissão, e todo professor que quiser vir. Será aberto à imprensa. Finalmente, o oficialismo terá que sair do silêncio e da indiferença.
Ainda teremos uma reunião com assessores da ALESP depois do Carnaval para pautar detalhes, mas o debate já está aí.
Colegas de São Paulo, estão todos convidados.





