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Pedido de audiência à SEE

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Protocolamos dia 29 de abril um pedido de audiência com a Secretaria estadual de educação, como um dos desdobramentos da audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, sobre os decretos e resoluções do governo do Estado de São Paulo que tentam terceirizar as línguas estrangeiras no ensino público e impor o monolinguismo na grade curricular (há informação sobre a audiência neste site, nas postagens anteriores). Assinam o pedido:

APEESP
APLIESP
APFESP
ABPI
Área de espanhol da UFScar
Área de espanhol da Unifesp-Guarulhos
COPESBRA
DLM da FFLCH-USP

Para ver o pedido clique aqui: página 1 e página 2.

 

Mais um pedido de audiência da APEESP à SEE

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A APEESP protocolou mais um pedido de audiência na Secretaria estadual de educação, reiterando novamente os pedidos que vêm sendo feitos há praticamente um ano. Clique aqui para ver o pedido.
 

I Jornada UFSCar/APEESP de Atualização para Professores de Espanhol

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A Área de Língua espanhola e suas literaturas da UFSCar, com apoio da APEESP, organiza a I Jornada UFSCar/APEESP de Atualização para Professores de Espanhol, dia 22 de maio, em São Carlos. Clique aqui para mais informações.

 

 

I CIPLOM - Terceira Circular

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I CIPLOM

 

 
I Congresso Internacional de Professores de Línguas Oficiais do MERCOSUL
e
I Encontro Internacional de Associações de Professores de Línguas Oficiais do MERCOSUL
 
Línguas, sistemas escolares e integração regional
 
 

www.unioeste.br/eventos/ciplom/

Foz do Iguaçu, Brasil - 19 a 22 de outubro de 2010

Terceira circular

Nosso site:

Lembramos o endereço do site oficial do evento, alocado desde fevereiro na página da UNIOESTE: http://www.unioeste.br/eventos/ciplom/  Nele, encontrarão toda a informação sobre os propósitos e a estrutura do evento, as comissões organizadora e científica, os convidados confirmados, a programação geral, bem como as áreas temáticas, as modalidades de participação e os prazos para inscrição e para envios de resumos de comunicação.

Nesta circular apenas destacamos algumas informações relevantes sobre a inscrição que está aberta desde 15 de fevereiro, e algumas novidades sobre apoios e espaços.

Inscrições

Atenção para estas datas: Envio de resumos até 1 de junho   /   pagamento com desconto até 30 de julho

Lembramos os procedimentos para inscrição

Período de envio de resumos: 15 de fevereiro de 2010 a 1 de junho de 2010
Os resumos serão avaliados por pareceristas membros da Comissão Científica ou indicados por ela, e sua aceitação será comunicada aos proponentes até 15 de julho de 2010.
Características dos resumos:
Escrever ou colar no campo específico para resumo na ficha de inscrição que consta do site (vide “Inscrições” no menu horizontal). Deverão conter entre 200 e 300 palavras, e indicar:
título da comunicação,
nome completo do(s) autor(es),
instituição de origem,
Área Temática do Congresso em que se insere (uma das sete áreas detalhadas no quadro abaixo)
Comunicações coordenadas: deverão ter 4 a 5 participantes, que inscreverão individualmente cada comunicação explicitando, depois do seu título, a inclusão na comunicação coordenada correspondente  e o nome do coordenador.
Comunicações de relatos de experiência: seguirão o mesmo procedimento que as outras comunicações, apenas indicando a intenção de serem incluídas em uma sessão desse tipo.
Alunos de graduação só poderão apresentar propostas de trabalhos que estejam sob a orientação de um professor necessariamente vinculado a uma IES. No caso, todos os professores e seus respectivos orientados deverão efetuar pagamento das taxas de inscrição.

Modo de envio dos resumos
Os resumos serão enviados, dentro da ficha de inscrição, por correio eletrônico a um dos seguintes endereços segundo a Área Temática escolhida:

 


1. Políticas lingüísticas: imaginários, atitudes, ações.

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2.  As línguas: descrições e comparações.

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3. Legislação e implantação escolar das línguas.

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4. Formação de professores.

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5. Experiências e fenômenos de fronteira e de contato.

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6. Especificidades no ensino de línguas: fins específicos e novas tecnologias..

Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

7. Práticas sociais de leitura e escrita

Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

O espaço para o resumo está na ficha de inscrição incluída no site, que deverá ser enviada conjuntamente.

Participantes sem comunicação: enviar ficha a Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

 

Taxas e procedimentos para pagamento:

Inscrições realizadas com a Tesouraria brasileira no seu sistema bancário:

Com apresentação de trabalho:

Até 30 de julho: R$ 70,00    

Depois de 30 de julho e até 15 de setembro (prazo final):  R$ 90,00

Sem apresentação de trabalho e estudantes de graduação: R$ 40,00 em qualquer época.

Fazer depósito no Banco do Brasil, para agência 3326-X, conta corrente 25000-7. Enviar comprovante escaneado a Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

 

Inscrições realizadas com a Tesouraria argentina no seu sistema bancário:

Com apresentação de trabalho:

Até 30 de julho: $ 140,00    

Depois de 30 de julho e até 15 de setembro (prazo final): $170,00

Sem apresentação de trabalho e estudantes de graduação: $ 70,00 em qualquer época.

Fazer depósito no Banco Macro Bansud, para sucursal Puerto Rico, Caja de ahorro en pesos 4-012-0940045665-3  CBU: 2850012-6-4009400456653-8 
Enviar comprovante escaneado a Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.  

 

Inscrições do Paraguai, Uruguai e outros países:

Deverão ser pagas no início do evento, com os seguintes valores:

Com apresentação de trabalho: R$ 70,00

Sem apresentação de trabalho e estudantes de graduação: R$ 40,00

           

Novos apoios e novos espaços

            Como já foi difundido, o I CIPLOM é promovido a partir da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e conta do início com o apoio e os recursos dessas duas instituições, sendo o campus Foz do Iguaçu da UNIOESTE, além disso, sua sede principal. Como pode ser visualizado no site oficial, participam de sua organização e inicativa diversas associações de professores de espanhol e de professores de português dos quatro países do bloco, que também têm procurado integrar o professorado de guarani. O congresso constituiu uma Comissão Científica com destacados especialistas de várias das principais universidades da região e de reconhecida trajetória nas áreas temáticas do Congresso.

            Como novidades depois da difusão da segunda circular, apontamos que docentes de duas instituições localizadas na cidade sede do evento acabam de somar-se à Comissâo Organizadora. Contamos já com a participação de uma colega da mais nova universidade criada pelo governo brasileiro, a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), que está começando a organizar seus cursos no Parque Tecnológico Itaipu. Também se incorporaram duas professoras da subsede Foz do Iguaçu do Instituto Cultural Brasil-Argentina de Curitiba. Pelo significado que ambas as instituições têm em relação à integração regional, perspectiva em que se insere nosso Congresso e Encontro, são presenças que muito nos orgulham.

            Somamos também novos apoios institucionais. Além do impulso inicial da USP e da UNIOESTE já se manifestaram formalmente nesse sentido as seguintes entidades:

Embaixada do Brasil na Argentina

Embaixada do Brasil em Assunção

Universidad Nacional de Córdoba

Instituto Superior del Profesorado en Lenguas Vivas “Juan Ramón Fernández”, del Gobierno de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires.

Faculdade União das Américas (UNIAMÉRICA), de Foz do Iguaçu

Fundação Centro de Estudos Brasileiros (FUNCEB) Buenos Aires

         Outros patrocínios de órgãos oficiais e de agências de fomento à pesquisa e à formação docente estão sendo providenciados seguindo os calendários próprios de cada instituição. Não duvidamos que continuaremos somando apoio.

         As mesas plenárias (ver programação no site) serão realizadas no auditório principal da UNIAMÉRICA, em prédio imediatamente vizinho ao da UNIOESTE.

            Em próxima circular haverá sugestões sobre hospedagem em Foz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Consulta da Secretaria da Educação boicota a implantação do espanhol nas escolas do estado

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MAIS UM BOICOTE DA SEE

"Consulta" nas escolas procura reduzir ao mínimo as futuras aulas de espanhol

 

            Depois de decidir, tarde e de maneira atropelada e improvisada, incluir a língua espanhola no ensino médio a partir do segundo semestre, a Secretaria da Educação do estado de São Paulo que, como temos informado profusamente, não tinha dado nenhum passo em cinco anos para tanto, promove uma consulta aos alunos e pais para saber quantos professores vai precisar. O mecanismo e os instrumentos da consulta, que conhecemos esta semana, deixam claro, mais uma vez, o porquê de tanta demora: o governo de São Paulo não quer saber de nada com a língua espanhola na grade.

            Na reunião que, em 24 de fevereiro, a diretoria da APEESP teve com a coordenadora da CENP (órgão da Secretaria que hoje está a cargo da implantação do espanhol na grade), Valéria de Souza, sabendo que se planejava um levantamento sobre a demanda, uma das nossas principais exigências foi que esse levantamento fosse precedido por uma intensa divulgação, nas escolas e para os pais, das muitas vantagens práticas e concretas que aprender espanhol tem hoje para um jovem brasileiro Aparentemente, era um ponto de acordo, praticamente o único, com a Secretaria. A APEESP ofereceu elaborar um texto para divulgação nas escolas, coisa que fez e enviou à CENP. A coordenadora da CENP e suas colaboradoras agradeceram todo o apoio que pudéssemos dar e se comprometeram a nos envolver no levantamento, que estaria sendo organizado por uma equipe de apoio de especialistas. Menos de um mês depois ficamos sabendo que eram só palavras: o levantamento está em andamento, e intencionalmente desenhado para dar o pior resultado, para dar o resultado de que a comunidade “não quer” que os alunos tenham o espanhol como disciplina curricular.

            Quem quiser, pode conferir no site http://coletalinguaespanhola.edunet.sp.gov.br/login.aspx, onde verá os formulários e as orientações para as diretorias de ensino. É dada a indicação de consultar na sala aos alunos e que os pais devam responder no dia seguinte, ou de realizar reuniões com os pais para consulta. Tudo antes de 31 de março, no meio a uma greve de professores, com as escolas semi-paralizadas. Não há nenhuma explicação que acompanhe a consulta, nada que sugira sequer por que seria interessante para o aluno cursar a disciplina. O formulário de “adesão” (é o nome que lhe é dado, como se fosse para uma causa ideológica e não para um componente curricular) é completamente ameaçador e desestimulante. Nada informa sobre qualquer conteúdo da disciplina, e o pai deve assinar, pelo aluno, o formulário, em que se afirma que o não cumprimento da disciplina pode acarretar “perda do direito em renovar minha matrícula em qualquer estágio do curso” ou “cercear a continuidade dos estudos no(s) semestre(s) subsequente(s).

            Essa ladainha burocrática é tudo que a CENP e seu grupo de especialistas tem para dizer sobre o significado de se estudar espanhol no estado mais povoado do país. A intenção é clara: continuar com o monolinguismo estabelecido por uma resolução de 2008 que burla a LDB e dizer publicamente que “a comunidade” optou pelo monolinguismo.

            A APEESP não reconhecerá os resultados dessa consulta, que avaliamos como uma farsa, e que denunciaremos nos mesmos foros parlamentares e jurídicos em que estamos atuando. Somaremos o assunto aos que já tramitam em requerimentos de informação encaminhados por deputados, visando um questionamento integral da ação do governo estadual em relação às línguas estrangeiras na educação e, particularmente, à sua tentativa deliberada e sistemática de evitar a inclusão da língua espanhola na grade curricular.

 

Diretoria da APEESP

 

 

 

Encaminhamentos da Audiência Pública na ALESP

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AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO – 10 DE MARÇO DE 2010 

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO 
 

Com a presença da Presidente da Comissão, deputada Maria Lucia Prandi (PT), dos deputados Roberto Felício (PT) e Carlos Gianazi (PSOL), de docentes e alunos das universidades públicas que atuam no estado, de vários CELs, de representantes das Associações de Professores (espanhol, francês, alemão e italiano) e representantes da COPESBRA. A presidente da associação dos professores de inglês (APLIESP) enviou informação justificando sua ausência.

Não compareceram os deputados Milton Flávio (PSDB), Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), José Bruno (DEM), Camilo Gava (PV) nem seus suplentes. Também não houve representantes da Secretaria da Educação, que tinham comprometido sua presença. 

PROPOSTAS DE ENCAMINHAMENTO:

  1. Defesa do plurilinguismo, que se traduz em: pluralidade na oferta de línguas estrangeiras, definidas mediante consulta à comunidade e liberdade do aluno na escolha das línguas a serem estudadas como componente curricular.
  2. Encontrar formas adequadas para a inclusão dessas línguas na grade curricular.
  3. Manutenção, ampliação e apoio aos CELs.
  4. Recusa à terceirização do ensino de línguas, entendida por vários dos presentes como forma de privatização, ensejada pelo Decreto 54758/09 e pela Resolução SE 83 /09, já que isto poderá redundar na atuação de professores sem a devida formação, isto é, sem licenciatura plena, como estipula a legislação nacional, e no não cumprimento dos objetivos educativos que a disciplina LEM deve ter na Educação Básica (Ensino Fundamental e Médio). Recusa da alternativa de formação de professores fora do âmbito das instituições de ensino superior devidamente reconhecidas pelo MEC.
  5. Garantia da manutenção das licenciaturas plenas e presenciais para a formação do professor, sempre por instituições devidamente reconhecidas oficialmente.
  6. Questionamento em relação à desigualdade e ao consequente desconforto que a terceirização criará entre os docentes da Educação Básica.
  7. Questionamento em relação ao não cumprimento da LDB por parte do governo do estado por meio de decretos e resoluções recentemente publicados.
  8. Questionamento em relação à aplicação do dinheiro público com a terceirização e consequente privatização do ensino de línguas, posto que os valores a serem pagos às instituições privadas podem superar o investimento direto na educação pública.
  9. Garantia de fiscalização dessas questões por parte dos parlamentares.
  10. Encaminhamento dessas questões ao Ministério Público.
  11. Garantia de uma audiência com o Secretário da Educação, com a presença de representantes das associações docentes, das universidades públicas que formam professores no estado, das entidades representativas dos estudantes e da Comissão Permanente de Acompanhamento da Implantação do Espanhol o Brasil (COPESBRA).
  12. Retomada do diálogo e da cooperação entre a Secretaria da Educação com as universidades públicas que o próprio estado mantém, inclusive para que tragam para si a formação continuada dos professores.
 


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