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Debate ALESP

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10 de março    14h30

Debate público na Assembléia Legislativa

Por solicitação da APEESP e de professores da USP,  a  Comissão de Educação da  Assembléia Legislativa debaterá acerca da duvidosa legalidade dos decretos e resoluções do Governo de São Paulo sobre as línguas estrangeiras na escola pública. O debate é aberto ao público e contará com a presença de representantes de associações e de especialistas que intrevirão com opiniões e questionamentos. O debate será no auditório Teotônio Vilela.

Informe-se                             Assista                      Participe

Conheça os decretos e resoluções em discussão:

- Decreto 54758, que possibilita a terceirização de línguas estrangeiras na escola pública

- Resolução SE - 76 / 2008, que estabelece o inglês como única língua estrangeira curricular para todo o estado

- Resolução SE - 83 / 2009, que regulamenta a terceirização

- Edital 15 / 0002  2010, que abre credenciamento para escolas privadas interessadas na terceirização

 

Nova reunião da APEESP com a CENP-SEE

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Em virtude dos reiterados pedidos de audiência da APEESP ao Secretário estadual de educação, Paulo Renato de Souza, foi agendada uma reunião para o dia 24 de fevereiro, em que participariam o Secretário Adjunto, Guilherme Bueno de Camargo, e a Coordenadora da CENP (Coordenadoria de Ensino e Normas Pedagógicas), Valéria de Souza.

A APEESP foi recebida apenas pela coordenadora da CENP e mais três funcionárias dessa coordenadoria. Informaram-nos que o secretário adjunto da educação teve que participar de outro evento e que as informações seriam retransmitidas a ele posteriormente. Decidimos aceitar a reunião com a CENP, que relatamos a seguir. De início, entregamos uma pauta de sete pontos, que também foi protocolada no gabinete do secretário e do secretário adjunto e que informa que a APEESP defende que:

1- A Língua Espanhola seja incluída na rede pública como disciplina curricular optativa para o aluno, com oferecimento obrigatório pelo estado. Cremos que o estado de São Paulo oferece condições e recursos humanos para sua inclusão, no mínimo, nos três anos do ensino médio, com pelo menos duas horas-aula por semana.

2- Seja realizado um concurso público para a contratação de professores efetivos para a Língua Espanhola. E que o concurso seja feito o quanto antes e de forma adequada (ao contrário do que foi o recente processo seletivo para a contratação de professores provisórios).

3- Seja elaborada uma proposta curricular, que atualmente não existe, e que para tanto sejam convocados especialistas de comprovada competência das universidades estaduais e/ou federais que atuam no estado de São Paulo.

4- O levantamento sobre a demanda por aulas de Língua Espanhola seja precedido por uma intensa divulgação, nas escolas e para os pais, das muitas vantagens práticas e concretas que aprender espanhol tem hoje para um jovem brasileiro, tanto em relação à sua inserção no mercado de trabalho quanto ao ganho de capital cultural. E, também, que os setores interessados da comunidade sejam convocados a participar do planejamento desse levantamento e da forte campanha informativa que deve precedê-lo.

5- Seja encerrado o processo de terceirização das aulas e dos professores de línguas estrangeiras da rede pública, em andamento na Secretaria Estadual de Educação.

6- Sejam considerados os projetos de formação continuada apresentados pelas universidades do estado e que se dê prioridade à parceria com IES brasileiras para essa formação.

7- Sejam esclarecidos publicamente os alcances do projeto OYE, desenvolvido na Universidade de Brasília, e revistos os acordos com instituições que têm condenações na justiça por ma fé em questões do âmbito educativo, como o Instituto Cervantes.

A discussão da pauta

Foram tratados na reunião sobretudo os itens 1 a 4, e o 6. Os itens 5 e 7 não estão no escopo da CENP, assim como também há várias decisões sobre os itens tratados que só podem ser tomadas pelo Secretário ou pelo Governador, de modo que a APEESP continuará a solicitar uma audiência com o Secretário de educação.

 A respeito do ponto 1, as representantes da CENP informaram que ainda não foi decidido em quais séries do ensino médio será implantada a Língua Espanhola e tampouco quantas horas-aulas serão dadas por semana. (Já sabíamos que, este ano, seria apenas no primeiro ano). Segundo a CENP, há a possibilidade que haja uma implantação gradual em todos os anos do ensino médio, como o prevê a Resolução 05/10. Destacamos nossa preocupação em relação à Resolução 78/08, que institui o inglês como única língua estrangeira curricular obrigatória e expressamos nossa opinião de que existe uma tendência ao monolinguismo na política do governo do estado.

Em relação com o ponto 2, foi confirmado que o perfil do professor e a bibliografia do concurso estão sendo elaborados por dois professores (um da UNIFESP e outro da USP), mas também ficamos sabendo que o governo do estado não fará este ano o concurso para a contratação de professores de espanhol para a rede pública. Segundo a CENP, é possível preparar o concurso ao longo deste ano e lançar o edital no começo de 2011. Em consequência, mesmo que seja iniciado um concurso no começo de 2011, eventualmente sob um novo governo do estado, os professores efetivos só estariam nas escolas em 2012. Desse modo, o governo Serra, depois de completar seu ciclo de quatro anos, vai deixar um legado simbólico: ainda não haverá, no estado, um único professor efetivo de Língua Espanhola. Se, como se afirma, as aulas da disciplina começarem no meio deste ano, os professores não serão professores efetivos, mas sim professores provisórios, que não terão passado por um processo adequado de seleção e não terão os direitos que têm os efetivos. O mesmo acontecerá em 2011. Não houve tempo, na reunião, para pedir à CENP que detalhasse quais serão os critérios para a contratação dos professores provisórios, mas faremos esse pedido.

A respeito do ponto 3, a SEE ainda não tem uma proposta curricular elaborada para a Língua Espanhola e considera a possibilidade de reutilizar uma que fora elaborada em 2007 durante a gestão de Maria Lúcia Vasconcelos.

No ponto 4 foi possível avançar em um terreno de acordo. A CENP aceita nossa proposta de uma ampla difusão prévia ao levantamento de demanda e solicitou que a APEESP elabore um texto para informar os alunos, pais e integrantes da SEE sobre os benefícios que proporciona o aprendizado da língua espanhola levando em conta o atual contexto de integração regional. Nos comprometemos a fazê-lo, bem como propusemos, e foi aceito, acompanharmos as reuniões com diretores de escola e participarmos de uma difusão mais motivadora que está sendo planejada. Também em relação ao ponto 6 percebemos receptividade e as representantes da CENP mencionaram conversações recentes com uma colega da USP.

Um destaque: sobre provas de concurso

            Como se vê na pauta, no ponto 2 expressamos preocupação por quem elaborará a prova do concurso em preparação, o que trouxe à tona a já célebre prova de dezembro, amplamente comentada no nosso site (clique para ver: Declaração pública sobre a prova do processo seletivo). A coordenadora da CENP nos disse que como o futuro concurso será já para uma disciplina curricular, a prova será elaborada pela fundação a que se encomende o concurso, mas que no caso do processo seletivo de dezembro passado, as provas para as línguas estrangeiras não curriculares, como francês, italiano, espanhol, etc., foram encomendadas a entidades que habitualmente prestam apoio à CENP nessas línguas. Depois de detalharmos novamente os sérios problemas que apresentou aquela prova, expressamos nossa opinião de que parece necessário diferenciar competências. Que uma entidade possa suprir valioso apoio material ou interessantes contatos devido a vínculos consulares, internacionais ou de outra índole não implica que seus técnicos tenham a capacidade ou a experiência específica para a elaboração de uma prova pertinente para as necessidades de um tipo de profissional e de um sistema educativo que pode não lhes ser familiar. Lembramos às nossas interlocutoras que o estado de São Paulo conta com ampla pesquisa universitária em espanhol, inclusive no que tange à elaboração de provas, com dezenas de mestres e doutores que podem colaborar se solicitados, e que, no espírito do que propomos no ponto 6, cremos que devem ser a referência para esses processos.

Nossa avaliação

Em um texto recente, dizíamos que o governo do estado de São Paulo havia decidido fazer apenas o mínimo a respeito da inserção da Língua Espanhola na grade curricular, apenas o suficiente para evitar ações na justiça. Apesar da evidente boa vontade das assessoras da CENP, em termos de política de estado, nossa avaliação se confirma.

Segundo ouvimos na reunião, há uma dificuldade de planejamento para a implantação da lei, pois, como cursar a disciplina é facultativo, não se sabe a demanda que haverá. No entanto, fica, mais uma vez, evidenciado o descaso e a falta de planejamento da SEE (Secretaria Estadual de educação). Poderia haver sido estimada uma demanda inicial de 50% dos alunos, ou de 30%, ou mesmo de 20%, e tomar algumas atitudes concretas a partir dessa premissa. Isso sem dizer que a lei 11.161 previu um prazo de cinco anos para a implantação da disciplina: tudo podia ter sido feito antes. Mas, mesmo a partir da decisão de só inserir a disciplina neste ano, há inúmeras ações que poderiam ter sido tomadas anteriormente, como haver elaborado uma proposta curricular, haver inserido a disciplina no começo deste ano (e não no meio) e haver realizado um concurso no ano passado (de modo que os professores estivessem nas salas de aula no começo deste ano, ou pelo menos parte deles). Dessa forma, tudo seria feito com menos pressa e apontando a uma maior qualidade. Em compensação, é previsível que o processo tardio e atabalhoado trará vários problemas para estudantes e professores.

O ponto 5, sobre a terceirização, quase não foi tocado porque será matéria do debate público de 10 de março. A CENP anunciou que estará presente, e pudemos perceber que a ocasião preocupa o oficialismo. Embora não foi discutido porque não é decisão da CENP, ouvimos argumentos que provavelmente antecipam o que será dito na ALESP pelos setores governistas em relação aos decretos.

Por último, cremos que à vez que não abandonamos nenhum aspecto da nossa pauta, é procedente participar dos passos que possam ser aproveitados em uma direção positiva, como é o caso da difusão nas escolas prévia ao levantamento sobre a demanda por aulas de espanhol.

Diretoria da APEESP

 

Reportagem sobre a inclusão da Língua Espanhola no ensino regular

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Colocamos o link para uma reportagem na televisão sobre a inclusão da Língua Espanhola no ensino regular, do dia 8: http://videos.r7.com/nova-lei-obriga-aulas-de-espanhol-aos-alunos-do-ensino-medio-/idmedia/1fe20fd17b5f048d9bb11273f93796c9.html
 

São Paulo, o pior de todos

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Recentemente, no dia 8 de fevereiro, um conhecido telejornal difundiu uma reportagem sobre a introdução da língua espanhola no ensino médio, informando a situação em vários estados. Na sua brevíssima duração, a descrição de São Paulo consistiu em afirmar que é o que apresenta “a pior situação”, já que não há no estado nenhum professor concursado para a disciplina. O dado, infelizmente verdadeiro, merece, no entanto, um esclarecimento: é o estado onde mais profissionais formados existem, e nunca o governo convocou concurso específico.

Só existe a língua como extracurricular nos Centros de Línguas do Estado. E a seleção que os professores passam para exercer neles não os transforma em efetivos, e nem sequer prioriza sua formação específica. O relato de uma professora na lista de discussão eledobrasil  sobre a recente atribuição de aulas para os CELs é contundente:

"Tinha 7 turmas de espanhol, a primeira professora a ser chamada simplesmente escolheu 4 turmas, com aulas de manha e tarde de segunda a quinta, a segunda professora pegou o restante. Até aí fica compreensível, poucas aulas e muitos candidatos... o que revoltou é que essas professoras são de português! Nunca lecionaram espanhol! A terceira, a quarta e a quinta colocadas possuem vários anos de docência em espanhol em escolas privadas e ficaram sem aulas porque as duas primeiras tinham mais anos de docência em português no estado. Protestamos contra os critérios de seleção e ouvimos o absurdo:- ‘quem ensina português pode ensinar espanhol’ [...] Quem perde com isso são os alunos e nós que investimos numa carreira e somos tratados como lixo!"

Por que acontece isso tudo? Cremos que é resultado de que os governos de São Paulo nas últimas décadas, no seu planejamento para a educação pública, concebem o inglês como única língua a ser estudada pelos alunos.

Na contramão do que acontece no resto do país, onde a língua espanhola está sendo implantada, ou, em alguns casos, já era parte do ensino médio antes da nova Lei, o Secretário da Educação de São Paulo, ex ministro do governo FHC,  aprovou em novembro de 2008 a Resolução SE 76, que estabelece o inglês como única língua curricular obrigatória no estado todo, contrariando a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, que determina que cada comunidade escolar deve escolher a língua obrigatória. Veja-se um outro dado: as universidades do estado de São Paulo são praticamente as únicas no país que têm o inglês como única opção no vestibular.

Detido no tempo, em sabe-se lá que parte do século XX, o governo de São Paulo parece imaginar um mundo subordinado a uma única hegemonia, que fala inglês. Parece desconhecer a diversificação identitária que caracteriza o atual mercado de bens culturais, e sobretudo, ignorar as transformações geopolíticas que colocaram o Brasil em potencial liderança na América do Sul, região que já não é um “pátio traseiro” dos EU. Na visão ultrapassada do setor governante, a única língua que poderia abrir caminhos para um jovem brasileiro é o inglês.

Ora, será que ignoram que os acordos atingidos no MERCOSUL já permitem a qualquer brasileiro que termine o segundo grau cursar estudos superiores nos países vizinhos sem precisar fazer equivalências de disciplinas? É considerado o enriquecimento que pode significar para um brasileiro o estudo nas melhores universidades desses países, que além de serem prestigiosíssimas são gratuitas? E a legislação vigente desde 2004, que permite o estabelecimento em qualquer desses países sem visto prévio, permitindo inclusive trabalho remunerado apenas mostrando estar livre de antecedentes criminais? Acaso o conhecimento da língua espanhola não favorece o aproveitamento dessas oportunidades? Há algum país de língua inglesa que ofereça essas possibilidades aos brasileiros, especificamente àqueles que freqüentam a educação pública?

Agora, quando tardiamente e como resultado de pressões o governo finalmente decide a inclusão do espanhol na grade curricular, dá esse passo tentando que ele seja o mais curto possível. Só o inclui no primeiro ano, e, valendo-se do caráter facultativo da matrícula para o aluno, anuncia que realizará um “levantamento” por meio das diretorias de ensino para verificar qual é o interesse existente nos alunos em relação com a língua e, em função disso, quantas turmas procurará abrir.

Considerando os antecedentes mencionados, temos motivos para temer que o levantamento seja feito de modo que dê um resultado negativo. A APEESP propõe que o levantamento seja precedido por uma intensa divulgação, nas escolas e para os pais, das muitas vantagens práticas e concretas que aprender espanhol tem hoje para um jovem brasileiro, tanto em relação à sua inserção no mercado de trabalho quanto ao ganho de capital cultural. Pensamos que os setores interessados da comunidade devem ser convocados a participar do planejamento desse levantamento e da forte campanha informativa que deveria precedê-lo.

Nossa associação está em contato com a CENP (Coordenadoria de Estudos Pedagógicos) da SEE (Secretaria Estadual de Educação), à qual já encaminhamos essa proposta. Chamamos à APEOESP, às associações de pais, à UBES, e aos professores e alunos de graduação em espanhol das universidades que atuam no estado a se unirem a essa exigência, para começarmos a garantir que a educação pública em São Paulo deixe de ser uma ilha monolíngue.

Diretoria da APEESP
Gustavo Leme Cezário Garcia – presidente
Adrián Fanjul – vice-presidente

 

Debate público na ALESP sobre decretos do governo do Estado de SP

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Por solicitação inical da APEESP e de professores da USP, a Comissão de Educação da Assembleia Legistativa de São Paulo marcou um debate público sobre os decretos do governo estadual que estabelecem o inglês como única língua obrigatória  e terceirizam com um alcance bastante impreciso o ensino de línguas estrangeiras nas escolas.
A recusa absoluta da Secretaria de Educação do estado em receber à APEESP e em atender diversas solicitações de vários docentes universitários nos levou a procurar um caminho em outros espaços do poder público, que finalmente conseguimos abrir.
O debate será dia 10 de março, às 14h30m, e estarão presentes, além da APEESP, associações de professores das outras línguas estrangeiras, ameaçadas de terceirização ou ainda de desaparição dos CELs. Estão convidados também os sindicatos docentes, os estudantes universitários de Letras que se preparam para a profissão, e todo professor que quiser vir. Será aberto a imprensa.
Finalmente, o oficialismo terá que sair do silêncio e da indiferença.
Ainda teremos uma reunião com assessores da ALESP depois do Carnaval para pautar detalhes, mas o debate já está aí.
Colegas de São Paulo, estão todos convidados.
Por solicitação inical da APEESP e de professores da USP, a Comissão de Educação da Assembleia Legistativa de São Paulo marcou um debate público sobre os decretos do governo estadual que estabelecem o inglês como única língua obrigatória  e terceirizam com um alcance bastante impreciso o ensino de línguas estrangeiras nas escolas.

A recusa absoluta da Secretaria de Educação do estado em receber a APEESP e em atender diversas solicitações de vários docentes universitários nos levou a procurar um caminho em outros espaços do poder público, que finalmente conseguimos abrir.

O debate será dia 10 de março, às 14h30, e estarão presentes, além da APEESP, associações de professores das outras línguas estrangeiras, ameaçadas de terceirização ou ainda de desaparição dos CELs. Estão convidados também os sindicatos docentes, os estudantes universitários de Letras que se preparam para a profissão, e todo professor que quiser vir. Será aberto à imprensa. Finalmente, o oficialismo terá que sair do silêncio e da indiferença.

Ainda teremos uma reunião com assessores da ALESP depois do Carnaval para pautar detalhes, mas o debate já está aí.

Colegas de São Paulo, estão todos convidados.
 

Resposta da VUNESP sobre a prova de espanhol do processo seletivo

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No dia 14 de janeiro a APEESP publicou neste site uma Declaração pública sobre a prova do processo seletivo para professores provisórios no Estado de São Paulo, em que apontava que tal prova foi completamente mal elaborada, desde sua concepção equivocada até vinte questões com várias soluções possíveis. A declaração era dirigida à Secredaria Estadual de Educação e à Vunesp. Esta já nos respondeu, como está abaixo:
 
"Prezado Sr. Gustavo,

Informamos que a elaboração da prova de espanhol foi responsabilidade da CENP. A VUNESP apenas aplicou a prova.

Atenciosamente,

Fundação Vunesp"
 
A APEESP espera que o concurso público para professores efetivos de espanhol seja feito logo e de modo adequado.

 


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